Marketplaces: COM ou SEM consultoria especializada?
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Deseja construir um marketplace que traga uma verdadeira ruptura ao segmento que você deseja enfrentar? Para isso, compilamos uma lista de boas práticas recomendadas.
Para agregar valor efetivo aos compradores e vendedores do seu marketplace, você deve:
Se o seu segmento possui muitos sellers e compradores, é mais fácil oferecer valor – e ser relevante.
Por quê? Quando o segmento é pequeno (ou muito “nicho”), é improvável que muitos seller se inscrevam no seu marketplace – porque todos os compradores possivelmente conhecem os sellers e, portanto, não precisam de você.
Além disso, esses seller provavelmente já abordaram os compradores em seu nicho. Significando que eles não precisam – ou simplesmente não querem – lidar com um intermediário.
Quantas vezes um comprador provavelmente comprará um produto ou serviço no seu marketplace?
Se você está buscando uma frequência baixa, deve ter um alto valor por venda. No entanto, se sua empresa for de alta frequência, você poderá tolerar um valor mais baixo por venda.
Pergunte a si mesmo: criar um marketlace para o segmento X realmente faria a diferença conectando compradores / locatários a sellers?
Qual diferença isso faria? Uma economia de dinheiro? Criaria acesso significativamente melhorado? Ou uma drástica redução de tempo?
Existem 3 focos que podem ser usados separadamente ou juntos:
Depois de definir os focos do marketplace, você precisará estabelecer o tamanho do seu mercado.
Se você vem de um nicho muito específico (por exemplo, móveis de hotéis), provavelmente conhece bem as estatísticas e os canais de distribuição do setor. Caso contrário, você deve conversar com as associações específicas do setor que têm acesso a essas informações ou outra fonte confiável.
Também é útil conhecer o potencial do mercado digital imediato. Você pode usar o Google Adword (planejador de palavras-chave) ou o Google Trends.
Ao avaliar o mercado e estabelecer o potencial do mercado digital, você pode aprender, por exemplo, que atualmente no segmento de móveis para hotéis as margens dos sellers giram em torno de XX% e que você pode economizar XX% em comissão para os compradores, agregando valor à cadeia. Isso torna o processo de vendas mais eficiente.
Enquanto nas empresas ‘normais’ você considera aluguel de loja ou scritório, armazenagem, pessoal, custo de publicidade, vendas etc, na web é diferente – e particularmente no marketplace. Em um marketplace, você precisa simultaneamente fazer um esforço para atrair oferta e demanda, enquanto oferece aos sellers uma maneira barata de vender e compradores uma abundância de itens a preços excelentes.
A seguir vamos expor os modelos de receita mais comuns no Brasil:
A comissão sobre a venda faturada é o principal modelo de receita – para marketplaces – no Brasil. Pode-se cobrar uma porcentagem e/ou taxa fixa sobre uma transação. A maior vantagem é que o seller não tem custo antes de vender.
Alguns marketplaces cobram uma assinatura para listar produtos ou serviços. E conseguem monetizar ainda mais oferecendo adicionais, como por exemplo, destaque do produto na lista.
É comum que alguns marketplaces combinem mais de um modelo de receita. A Amazon, por exemplo, cobra hoje uma mensalidade de R$ 19 + comissão sobre a venda.
Seu marketplace deve prosperar porque:
Para criar o seu marketplace, conte com a experiente equipe da B2 Rocket.
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